Após ataque dos EUA, venezuelanos que vivem MS relatam preocupação com parentes

  • 03/01/2026
(Foto: Reprodução)
Ataque na Venezuela preocupa venezuelanos que vivem em MS Venezuelanos que vivem em Dourados, no sul de Mato Grosso do Sul, relatam preocupação com a falta de contato com familiares que permanecem na Venezuela após o ataque dos Estados Unidos ao país. A apreensão aumentou devido à instabilidade na comunicação e do temor de novos desdobramentos do conflito. Veja o vídeo acima. Segundo a Associação Dunamis Multicultural, que representa a comunidade venezuelana no município, mais de 5 mil venezuelanos vivem atualmente em Dourados. A entidade divulgou um comunicado oficial em que pede calma aos venezuelanos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp A fundadora da Associação Dunamis Multicultural, Rosana Daza, relatou a apreensão após a notícia do ataque. Ela afirmou que tem familiares na Venezuela e que, até a manhã desta quarta-feira, não havia conseguido contato. "De longe a gente vê o que está acontecendo, tendo família lá que continua lá e com a situação difícil que estava, agora piorou, porque estamos falando de vidas de pessoas surpreendidas durante a madrugada com som de morte. Eu tenho parente ainda lá, mas ainda não fizeram nenhum tipo de contato." Rosana também destacou que vive no Brasil há cerca de seis anos e apontou dificuldades enfrentadas por migrantes venezuelanos em Dourados. "Já temos bastantes anos aqui, praticamente seis anos com essa situação migratória, especificamente em Dourados, falta estrutura, faltam políticas públicas que possam dar um respaldo a essa população." Ela afirmou ainda que o cenário internacional aumenta a preocupação de quem vive longe do país de origem. "Depois do acontecimento de hoje a gente fica mais preocupado ainda, porque pode repercutir." Ataque à Venezuela Veja a repercussão de líderes europeus ao ataque nos EUA na Venezuela Uma série de explosões atingiu Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado. Segundo a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas em um intervalo de cerca de 30 minutos. Moradores de diferentes bairros relataram tremores, barulho de aeronaves e correria nas ruas. Parte da cidade ficou sem energia elétrica, principalmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da capital. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que ainda está decidindo sobre o futuro da Venezuela. Em suas redes sociais o presidente afirmou: "Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, capturado com sua esposa, e retirado do país por via aérea." De acordo com Trump, a ação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança americanas. O presidente não informou para onde Maduro e a mulher foram levados. Trump disse ainda que Maduro e a esposa estão a caminho de Nova York, a bordo de um dos navios da Marinha norte-americana posicionados no Caribe desde o fim de 2025 (leia mais abaixo). Até então, o paradeiro do presidente venezuelano era desconhecido. A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, diz não saber onde Maduro está e exigiu uma prova de vida para o governo americano. Logo após o início da ofensiva, o governo da Venezuela publicou um comunicado afirmando que o país estava sob ataque. Caracas disse que o presidente venezuelano convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização. Imagem do incêndio em Fuerte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela, após uma série de explosões em Caracas em 3 de janeiro de 2026 Luis Jaimes/AFP

FONTE: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2026/01/03/apos-ataque-dos-eua-venezuelanos-que-vivem-ms-relatam-preocupacao-com-parentes.ghtml


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